Sabe quando vc tem muita coisa entalada para falar, mas não consegue??? Ou porque não é oportuno, ou porque você teme se expressar mal, ou porque você simplesmente não quer dar mais pano para manga para o assunto, mas ele tá ali e te incomoda??? Nessas horas nada cai melhor do que citações, poemas, prosas, cânticos e, claro, letras de músicas.
Minha paixão pela Legião Urbana, por exemplo, vem daí. Renanto Russo já descreveu inúmeras situações pelas quais passei em suas letras. Quem nunca disse "essa é a música da minha vida" que atire o primeiro fone de ouvido.
No momento, quem "cantou" minhas dores e anseios não foi o Renato. Estou passando por uma fase muito reflexiva (as forçosas reflexões de final de ano) e nada descreve tão bem e de maneira sutil, mas com imensa maestria, o que venho sentindo do que a música Travessia, do Milton Nascimento. Aliás, Milton faz parte do meu "inventário emocional", só que no quinhão que não me coube, rs. Mas acho justo que seja ele o autor e interprete das minhas inquietações atuais.
Então... com vocês a TRAVESSIA:
Travessia
Milton Nascimento
Quando você foi embora
Fez-se noite em meu viver
Forte eu sou mas não tem jeito,
Hoje eu tenho que chorar
Minha casa não é minha,
E nem é meu este lugar
Estou só e não resisto,
Muito tenho prá falar
Solto a voz nas estradas,
Já não quero parar
Meu caminho é de pedra,
Como posso sonhar
Sonho feito de brisa,
Vento vem terminar
Vou fechar o meu pranto,
Vou querer me matar
Vou seguindo pela vida
Me esquecendo de você
Eu não quero mais a morte,
Tenho muito que viver
Vou querer amar de novo
E se não der não vou sofrer
Já não sonho, hoje faço
Com meu braço o meu viver
Solto a voz nas estradas,
Já não quero parar
Meu caminho é de pedra,
Como posso sonhar
Sonho feito de brisa,
Vento vem terminar
Vou fechar o meu pranto,
Vou querer me matar
Vou seguindo pela vida
Me esquecendo de você
Eu não quero mais a morte,
Tenho muito que viver
Vou querer amar de novo
E se não der não vou sofrer
Já não sonho, hoje faço
Com meu braço o meu viver
Beijo e Feliz 2011.
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
domingo, 12 de dezembro de 2010
EU SOU!!!!! (Obrigada por tudo, 2010)
Balanços de final do ano... Inevitáveis. Embora confesse que tem horas em que eu evito ficar olhando muito para trás, pois já cantava Dinho Ouro Preto: "Se não faz sentido, discorde comigo, não é nada demais. São águas passadas, escolha uma estrada e não olhe pra trás".
Mas pensar: "Esse ano foi bom?" com o transcorrer do último mês do ano é sempre corriqueiro. Não me furtei a essa pergunta e, ainda que sem me aprofundar na análise, eu conclui e com propriedade: 2010 foi um ano bom, SIM!!!!
Até o meio do ano, me vi presa às amarras de um 2009 que foi difícil e penoso. Mas consegui me libertar. Hoje, em meados de dezembro, me vejo mais tranquila, mais serena, mais confiante, mais feliz.
Comparações não me faltam a corroborar a afirmativa acima. Apenas como exemplo, novamente me vi na festa de encerramento do centro espírita que costumo frequentar. Chorei beeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeem menos durante a festividade. Não porque me tornei insensível, mas porque me vejo mais forte. Me sinto em paz.
Ainda tenho dúvidas, anseios, questionamentos, temores. Sinto muito o distanciamento de uma amiga muito querida. Muito mesmo. Também me pego questionando minhas atitudes em certas situações, a mantença de alguns vínculos. Mas me sinto em paz. E isso não tem preço.
2010 trouxe mudanças que outrora sequer cogitaria como benéficas. E foram essas mudanças, esses alicerces (assim eu os considerava) que sairam do meu cotidiano que me trouxeram novas perspectivas, novos sopros, novos ares. E mais tranquilidade.
Passei por momentos bem difíceis esse ano. Mas as coisas boas se sobrepuseram as ruins. Sabe aquele ditado popular simplório "no fim tudo se ajeita"???? Pois é, no fim tudo se ajeitou mesmo.
Tenho muito a agradecer. A Deus, a pessoas queridas e, inclusive, a pessoas que não foram assim "tão legais" em alguns momentos. Às vezes precisamos de cutucões e ferroadas para sairmos da letargia.
Levo comigo ainda alguns questionamentos "pessoais, intransferíveis e não publicáveis", mas levo também a certeza de que muita coisa boa me aguarda e que o universo sempre conspira a nosso favor (e as conspirações já começaram para mim!!).
Levo comigo a serenidade, por me sentir em paz (ô sentimento bom!) e um sorriso "idiota" na cara, porque sem nem tudo está de acordo com os meus limitados conceitos sobre "o que é certo", seguir o meu coração (por vezes confesso que eu o trocaria por mais um pulmão... rs) me trouxe boas lembranças, bons momentos (que não são unilaterais) e um sentimento único e especial de me proporcionar mais felicidade (e, porque não dizer, mais felicidade aos outros?).
A todos aqueles que estiveram ao meu lado esse ano, segurando a minha mão, enxugando as minhas lágrimas, "me batendo com o cardápio" (isso aconteceu mesmo!!! Rs, rs, rs) e por vezes até brigando comigo porque no fundo "querem o meu bem", MUITO OBRIGADA! Como li uma vez e concordo plenamente: NINGUÉM É FELIZ SOZINHO.
Beijo e até ano que vem (ou não, rs)...
Mas pensar: "Esse ano foi bom?" com o transcorrer do último mês do ano é sempre corriqueiro. Não me furtei a essa pergunta e, ainda que sem me aprofundar na análise, eu conclui e com propriedade: 2010 foi um ano bom, SIM!!!!
Até o meio do ano, me vi presa às amarras de um 2009 que foi difícil e penoso. Mas consegui me libertar. Hoje, em meados de dezembro, me vejo mais tranquila, mais serena, mais confiante, mais feliz.
Comparações não me faltam a corroborar a afirmativa acima. Apenas como exemplo, novamente me vi na festa de encerramento do centro espírita que costumo frequentar. Chorei beeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeem menos durante a festividade. Não porque me tornei insensível, mas porque me vejo mais forte. Me sinto em paz.
Ainda tenho dúvidas, anseios, questionamentos, temores. Sinto muito o distanciamento de uma amiga muito querida. Muito mesmo. Também me pego questionando minhas atitudes em certas situações, a mantença de alguns vínculos. Mas me sinto em paz. E isso não tem preço.
2010 trouxe mudanças que outrora sequer cogitaria como benéficas. E foram essas mudanças, esses alicerces (assim eu os considerava) que sairam do meu cotidiano que me trouxeram novas perspectivas, novos sopros, novos ares. E mais tranquilidade.
Passei por momentos bem difíceis esse ano. Mas as coisas boas se sobrepuseram as ruins. Sabe aquele ditado popular simplório "no fim tudo se ajeita"???? Pois é, no fim tudo se ajeitou mesmo.
Tenho muito a agradecer. A Deus, a pessoas queridas e, inclusive, a pessoas que não foram assim "tão legais" em alguns momentos. Às vezes precisamos de cutucões e ferroadas para sairmos da letargia.
Levo comigo ainda alguns questionamentos "pessoais, intransferíveis e não publicáveis", mas levo também a certeza de que muita coisa boa me aguarda e que o universo sempre conspira a nosso favor (e as conspirações já começaram para mim!!).
Levo comigo a serenidade, por me sentir em paz (ô sentimento bom!) e um sorriso "idiota" na cara, porque sem nem tudo está de acordo com os meus limitados conceitos sobre "o que é certo", seguir o meu coração (por vezes confesso que eu o trocaria por mais um pulmão... rs) me trouxe boas lembranças, bons momentos (que não são unilaterais) e um sentimento único e especial de me proporcionar mais felicidade (e, porque não dizer, mais felicidade aos outros?).
A todos aqueles que estiveram ao meu lado esse ano, segurando a minha mão, enxugando as minhas lágrimas, "me batendo com o cardápio" (isso aconteceu mesmo!!! Rs, rs, rs) e por vezes até brigando comigo porque no fundo "querem o meu bem", MUITO OBRIGADA! Como li uma vez e concordo plenamente: NINGUÉM É FELIZ SOZINHO.
Beijo e até ano que vem (ou não, rs)...
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
Saudade, palavra triste...
Fim de ano mexe muito comigo. Mas muito mesmo. Fico mais sentimental, mais boazinha... Porém...
Fora a "reflexão forçada" que todo final de ano traz, fico muito nostálgica. Saudades com motivos e "sem motivos". Mas daquelas descabidas mesmo, sem se saber de onde, de quem e porque. E tudo aflora esse meu lado: cheiros, músicas, até o clima!!!
Dizem que a gente sente saudade do que foi bom. Será? Bom, eu só sei que as saudades "racionalizadas" que sinto são sim de períodos muito felizes.
Não, a minha vida não está um horror, muito pelo contrário. Também não está um mar de rosas, mas o fato de caminhar e ver que as coisas estão se ajeitando naquilo que depende de mim dá uma sensação de paz e conforto imensas.
Entretanto, mesmo sabendo que a vida "é daqui pra frente" e que de concreto só temos o presente, como acomodar no peito essa sensaçãozinha que nos remete aos idos tempos??? Se alguém tiver alguma dica, me passe.
Falando em saudade, lembro de partes de um texto sobre "a dor da saudade", cuja autoria já vi remetida ao Miguel Falabella e, em alguns sites, à Martha Medeiros. Bem, não lembro do texto completo, nem sei ao certo de quem é a autoria, mas na falta de palavras para expressar esse sentimento que me arrebata nos últimos meses do ano, deixo o texto aqui:
Trancar o dedo numa porta dói.
Bater com o queixo no chão dói.
Torcer o tornozelo dói.
Um tapa, um soco, um pontapé, doem.
Dói bater a cabeça na quina da mesa, dói morder a língua,
dói cólica, cárie e pedra no rim.
Mas o que mais dói é a saudade.
Saudade de um irmão que mora longe.
Saudade de uma cachoeira da infância.
Saudade de um filho que estuda fora.
Saudade do gosto de uma fruta que não se encontra mais.
Saudade do pai que morreu, do amigo imaginário que nunca existiu.
Saudade de uma cidade.
Saudade da gente mesmo, que o tempo não perdoa.
Doem essas saudades todas.
Mas a saudade mais dolorida é a saudade de quem se ama.
Saudade da pele, do cheiro, dos beijos.
Saudade da presença, e até da ausência consentida.
Você podia ficar na sala e ela no quarto, sem se verem, mas sabiam-se lá.
Você podia ir para o dentista e ela para a faculdade, mas sabiam-se onde.
Você podia ficar o dia sem vê-la, ela o dia sem vê-lo, mas sabiam-se amanhã.
Contudo, quando o amor de um acaba, ou torna-se menor,
Ou quando alguém ou algo não deixa que esse amor siga,
Ao outro sobra uma saudade que ninguém sabe como deter.
Saudade é basicamente não saber.
Não saber mais se ela continua fungando num ambiente mais frio.
Não saber se ele continua sem fazer a barba por causa daquela alergia.
Não saber se ela ainda usa aquela saia.
Não saber se ele foi na consulta com o dermatologista como prometeu.
Não saber se ela tem comido bem por causa daquela mania
de estar sempre ocupada;
se ele tem assistido às aulas de inglês,
se aprendeu a entrar na Internet
e encontrar a página do Diário Oficial;
se ela aprendeu a estacionar entre dois carros;
se ele continua preferindo Malzebier;
se ela continua preferindo suco;
se ele continua sorrindo com aqueles olhinhos apertados;
se ela continua dançando daquele jeitinho enlouquecedor;
se ele continua cantando tão bem;
se ela continua detestando o MC Donald's;
se ele continua amando;
se ela continua a chorar até nas comédias.
Saudade é não saber mesmo!
Não saber o que fazer com os dias que ficaram mais compridos;
não saber como encontrar tarefas que lhe cessem o pensamento;
não saber como frear as lágrimas diante de uma música;
não saber como vencer a dor de um silêncio que nada preenche.
Saudade é não querer saber se ela está com outro, e ao mesmo tempo querer.
É não saber se ele está feliz, e ao mesmo tempo perguntar a todos os amigos por isso...
É não querer saber se ele está mais magro, se ela está mais bela.
Saudade é nunca mais saber de quem se ama, e ainda assim doer;
Saudade é isso que senti enquanto estive escrevendo e o que você,
provavelmente, está sentindo agora depois que acabou de ler...
Créditos ao google que me remeteu a página http://pensador.uol.com.br/autor/Miguel_Falabella/
Beijo
Fora a "reflexão forçada" que todo final de ano traz, fico muito nostálgica. Saudades com motivos e "sem motivos". Mas daquelas descabidas mesmo, sem se saber de onde, de quem e porque. E tudo aflora esse meu lado: cheiros, músicas, até o clima!!!
Dizem que a gente sente saudade do que foi bom. Será? Bom, eu só sei que as saudades "racionalizadas" que sinto são sim de períodos muito felizes.
Não, a minha vida não está um horror, muito pelo contrário. Também não está um mar de rosas, mas o fato de caminhar e ver que as coisas estão se ajeitando naquilo que depende de mim dá uma sensação de paz e conforto imensas.
Entretanto, mesmo sabendo que a vida "é daqui pra frente" e que de concreto só temos o presente, como acomodar no peito essa sensaçãozinha que nos remete aos idos tempos??? Se alguém tiver alguma dica, me passe.
Falando em saudade, lembro de partes de um texto sobre "a dor da saudade", cuja autoria já vi remetida ao Miguel Falabella e, em alguns sites, à Martha Medeiros. Bem, não lembro do texto completo, nem sei ao certo de quem é a autoria, mas na falta de palavras para expressar esse sentimento que me arrebata nos últimos meses do ano, deixo o texto aqui:
Trancar o dedo numa porta dói.
Bater com o queixo no chão dói.
Torcer o tornozelo dói.
Um tapa, um soco, um pontapé, doem.
Dói bater a cabeça na quina da mesa, dói morder a língua,
dói cólica, cárie e pedra no rim.
Mas o que mais dói é a saudade.
Saudade de um irmão que mora longe.
Saudade de uma cachoeira da infância.
Saudade de um filho que estuda fora.
Saudade do gosto de uma fruta que não se encontra mais.
Saudade do pai que morreu, do amigo imaginário que nunca existiu.
Saudade de uma cidade.
Saudade da gente mesmo, que o tempo não perdoa.
Doem essas saudades todas.
Mas a saudade mais dolorida é a saudade de quem se ama.
Saudade da pele, do cheiro, dos beijos.
Saudade da presença, e até da ausência consentida.
Você podia ficar na sala e ela no quarto, sem se verem, mas sabiam-se lá.
Você podia ir para o dentista e ela para a faculdade, mas sabiam-se onde.
Você podia ficar o dia sem vê-la, ela o dia sem vê-lo, mas sabiam-se amanhã.
Contudo, quando o amor de um acaba, ou torna-se menor,
Ou quando alguém ou algo não deixa que esse amor siga,
Ao outro sobra uma saudade que ninguém sabe como deter.
Saudade é basicamente não saber.
Não saber mais se ela continua fungando num ambiente mais frio.
Não saber se ele continua sem fazer a barba por causa daquela alergia.
Não saber se ela ainda usa aquela saia.
Não saber se ele foi na consulta com o dermatologista como prometeu.
Não saber se ela tem comido bem por causa daquela mania
de estar sempre ocupada;
se ele tem assistido às aulas de inglês,
se aprendeu a entrar na Internet
e encontrar a página do Diário Oficial;
se ela aprendeu a estacionar entre dois carros;
se ele continua preferindo Malzebier;
se ela continua preferindo suco;
se ele continua sorrindo com aqueles olhinhos apertados;
se ela continua dançando daquele jeitinho enlouquecedor;
se ele continua cantando tão bem;
se ela continua detestando o MC Donald's;
se ele continua amando;
se ela continua a chorar até nas comédias.
Saudade é não saber mesmo!
Não saber o que fazer com os dias que ficaram mais compridos;
não saber como encontrar tarefas que lhe cessem o pensamento;
não saber como frear as lágrimas diante de uma música;
não saber como vencer a dor de um silêncio que nada preenche.
Saudade é não querer saber se ela está com outro, e ao mesmo tempo querer.
É não saber se ele está feliz, e ao mesmo tempo perguntar a todos os amigos por isso...
É não querer saber se ele está mais magro, se ela está mais bela.
Saudade é nunca mais saber de quem se ama, e ainda assim doer;
Saudade é isso que senti enquanto estive escrevendo e o que você,
provavelmente, está sentindo agora depois que acabou de ler...
Créditos ao google que me remeteu a página http://pensador.uol.com.br/autor/Miguel_Falabella/
Beijo
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
No drama! Yes, as pessoas mudam...
Surpresa, surpresa, surpresa!!!!
E a pessoa mais surpresa SOU EU!!!!
Muitas vezes ouvi de muitas pessoas (que não terão seus nomes divulgados por motivos ÓBVIOS): "Ah, fulano (a) não vai mudar... Ninguém muda... Aí, um belo dia me peguei argumentando: Amiguinho (a), vc é a mesma pessoa que era quando tinha 15 anos ????? Resposta: Lógico que não!!!!
Mas ainda assim, tem coisas que não mudam... É, em partes vc tem razão amiguinho...
Ok, onde entra o no drama e qual a efetiva mudança que me deixou tão surpresa???? Pois bem, vamos lá...
Esse é o meu segundo post, em um blog que fiz com todo o carinho do mundo, jurando que seria minha página mais visitada para meus desabafos sem fim... NÃO FOI!!! - Surpresa n° 1.
Não pensem que durante esses quase 3 meses de ausência se justificam porque resolvi todas as minhas "pendengas". Se olhar friamente, elas continuam todas ali, acrescidas de outras até, o que mudou foi A FORMA COMO EU PASSEI A ENXERGÁ-LAS e, principalmente, a FORMA DE LIDAR COM ELAS. - Surpresa n° 2.
Eu ainda continuo intensa e impulsiva, mas não sinto mais necessidade de ser a próxima "Thalía" (meu lado mexicano). Lógico que tem horas que o "surto" veeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeem que vemmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm, porém não com a mesma frequência - Surpresa n° 3.
Agora o mais interessante de tudo isso é que se a gente for parar para pensar "3 meses é pouco tempo", ainda mais para mudanças significativas. Mesmo assim, quebrando todos os "padrões generalizados", eu mudei. E somente constatei isso hoje, quando reli o meu primeiro post e me vi muito mais serena, com bem menos vontade de reclamar (eu era uma "reclamona" nata) e mesmo com um "problemão" que não sai da minha cabeça, não sinto necessidade de "falar" sobre ele... Surpresa n° 4° e alívio.
Pode ser que eu volte aqui soltando os cachorros e "atirando copos virtuais de tequila contra a parede"(o lado mexicano, rs)? Pode. Pode ser que eu sinta aquela vontade imensa de reclamar, desabafar, xingar, blasfemar??? Pode. O que me interessa é que eu vi que não sou a mesma de antes. Sigo em frente na minha travessia. E como dizem por aí: Cada um sabe a dor e a delícia de ser que se é.
E, só para constar e ser honesta: Minha "mansidão" foi abalada ontem por um pequeno bate boca com uma vizinha... rs, rs, rs.
Beijo
E a pessoa mais surpresa SOU EU!!!!
Muitas vezes ouvi de muitas pessoas (que não terão seus nomes divulgados por motivos ÓBVIOS): "Ah, fulano (a) não vai mudar... Ninguém muda... Aí, um belo dia me peguei argumentando: Amiguinho (a), vc é a mesma pessoa que era quando tinha 15 anos ????? Resposta: Lógico que não!!!!
Mas ainda assim, tem coisas que não mudam... É, em partes vc tem razão amiguinho...
Ok, onde entra o no drama e qual a efetiva mudança que me deixou tão surpresa???? Pois bem, vamos lá...
Esse é o meu segundo post, em um blog que fiz com todo o carinho do mundo, jurando que seria minha página mais visitada para meus desabafos sem fim... NÃO FOI!!! - Surpresa n° 1.
Não pensem que durante esses quase 3 meses de ausência se justificam porque resolvi todas as minhas "pendengas". Se olhar friamente, elas continuam todas ali, acrescidas de outras até, o que mudou foi A FORMA COMO EU PASSEI A ENXERGÁ-LAS e, principalmente, a FORMA DE LIDAR COM ELAS. - Surpresa n° 2.
Eu ainda continuo intensa e impulsiva, mas não sinto mais necessidade de ser a próxima "Thalía" (meu lado mexicano). Lógico que tem horas que o "surto" veeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeem que vemmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm, porém não com a mesma frequência - Surpresa n° 3.
Agora o mais interessante de tudo isso é que se a gente for parar para pensar "3 meses é pouco tempo", ainda mais para mudanças significativas. Mesmo assim, quebrando todos os "padrões generalizados", eu mudei. E somente constatei isso hoje, quando reli o meu primeiro post e me vi muito mais serena, com bem menos vontade de reclamar (eu era uma "reclamona" nata) e mesmo com um "problemão" que não sai da minha cabeça, não sinto necessidade de "falar" sobre ele... Surpresa n° 4° e alívio.
Pode ser que eu volte aqui soltando os cachorros e "atirando copos virtuais de tequila contra a parede"(o lado mexicano, rs)? Pode. Pode ser que eu sinta aquela vontade imensa de reclamar, desabafar, xingar, blasfemar??? Pode. O que me interessa é que eu vi que não sou a mesma de antes. Sigo em frente na minha travessia. E como dizem por aí: Cada um sabe a dor e a delícia de ser que se é.
E, só para constar e ser honesta: Minha "mansidão" foi abalada ontem por um pequeno bate boca com uma vizinha... rs, rs, rs.
Beijo
quarta-feira, 28 de julho de 2010
A Gênese
Depois de uma noite pavorosamente mal dormida, rolando de um lado para o ouro na cama - quem me conhece sabe que sou quase um urso quando o assunto é dormir - com muita coisa engasgada na garganta, vi que era hora de montar um blog... O meu facebook não daria conta do recado.
Escrever para mim traz alívio. Se não coloco para fora o que me alfige, adoeço, enlouqueço e a vida parece que não vai pra frente.
Dramática??? Com certeza. Tenho o sonho "não secreto" de fugir para o México, arrumar um segundo nome e virar atriz da Televisa... rs,rs,rs. Mas mais que dramática, eu diria que eu sou intensa. Eu amo com toda a força do meu ser, eu odeio na mesma proporção. Calma, eu não sou louca... rs, rs, rs. Nem psicopata. Sou apneas uma pessoa que cria expectativas, se entrega, se ilude, se decepciona. E para aliviar as tensões e desopilar o fígado e a mente, escreve para se sentir melhor.
Aliás, só de dar esse ponta pé inicial no meu blog já me fez esquecer, ou pelo menos perder a força, aquilo que me atormentou madrugada a dentro e me impediu de encontrar meu tão amado Morpheu. Porém, confesso: o alívio da escrita não foi capaz de tirar a minha vontade de fumar. Sempre que me irrito, especialmente com esse assunto, tenho que acender um cigarrinho.
Então, com minha serenidade parcialmente recuperada (porque é "obeveo" que ainda voltarei aqui para falar sobre o "ocorrido"), vou me despedindo desse primeiro contato aqui no divã.
Beijo
Escrever para mim traz alívio. Se não coloco para fora o que me alfige, adoeço, enlouqueço e a vida parece que não vai pra frente.
Dramática??? Com certeza. Tenho o sonho "não secreto" de fugir para o México, arrumar um segundo nome e virar atriz da Televisa... rs,rs,rs. Mas mais que dramática, eu diria que eu sou intensa. Eu amo com toda a força do meu ser, eu odeio na mesma proporção. Calma, eu não sou louca... rs, rs, rs. Nem psicopata. Sou apneas uma pessoa que cria expectativas, se entrega, se ilude, se decepciona. E para aliviar as tensões e desopilar o fígado e a mente, escreve para se sentir melhor.
Aliás, só de dar esse ponta pé inicial no meu blog já me fez esquecer, ou pelo menos perder a força, aquilo que me atormentou madrugada a dentro e me impediu de encontrar meu tão amado Morpheu. Porém, confesso: o alívio da escrita não foi capaz de tirar a minha vontade de fumar. Sempre que me irrito, especialmente com esse assunto, tenho que acender um cigarrinho.
Então, com minha serenidade parcialmente recuperada (porque é "obeveo" que ainda voltarei aqui para falar sobre o "ocorrido"), vou me despedindo desse primeiro contato aqui no divã.
Beijo
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